Braga: 2 500 trabalhadores da Bosch ficam em ‘lay-off’ até final de abril

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O Governo neerlandês anunciou estaquarta-feira ter suspendido a intervenção na Nexperia, que permitia bloquear decisões da empresa chinesa de semicondutores que ameaçassem a produção de ‘chips’ na Europa, para reduzir a tensão com a China após semanas de conflito político. A Bosch de Braga anunciou a 28 de outubro passado que ia entrar em ‘lay-off’ a partir de novembro e "até presumivelmente" abril de 2026, o que afetou 2.500 trabalhadores. Garantindo estar "a dar prioridade absoluta a todas as frentes" para "manter as suas cadeias de abastecimento e evitar ou minimizar restrições de produção", a empresa diz "encarar o futuro com confiança", apesar de a situação atual continuar "a colocar desafios significativos". No entanto, e "dependendo da situação geral de escassez de componentes e da evolução da política comercial", a Bosch diz não poder "excluir, em princípio, futuras interrupções de produção ou ajustes nos horários de trabalho". Aumento de componentes e medidas de mitigação permite que trabalhadores retomem ao normal, mas empresa não descarta novos ajustes.

Bosch em Braga

Em Lisboa está situada uma subsidiária da BSH Eletrodomésticos, assim como a sede da Bosch em Portugal, onde uma equipa especializada trabalha nas áreas de vendas, comercial e marketing, serviços de comunicação e serviços partilhados de Recursos Humanos. Estas unidades da Bosch fazem parte das áreas de Home Comfort, Mobility Solutions e Building Technologies. A empresa está devidamente inscrita na Conservatória do Registo Comercial de Lisboa. Nos anos de 2015 e 2018, a localização de Braga reforçou a sua posição estratégica com a criação de dois centros dedicados ao desenvolvimento de produtos na área da Mobilidade, consolidando o seu papel como polo de inovação tecnológica.

  • Na primeira instância, o Tribunal de Braga julgou a ação improcedente, mas a comissão de trabalhadores recorreu e viu a Relação de Guimarães e o STJ darem-lhes razão.
  • O aumento de produção levará também a novas contratações.
  • O grupo Volkswagen já tem exemplos que permitem ao cliente, através de uma app e do uso de tecnologia de RFID, monitorizar o percurso e etapas de produção do seu carro e, inclusive, acompanhar a viagem que o carro faz até chegar à sua casa.
  • É na Bosch Car Multimedia que são desenvolvidas e produzidas soluções de multimédia e sensores automóveis e onde também trabalham as equipas ligadas ao desenvolvimento de soluções para mobilidade.

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Considerando esta fábrica da Bosch, que foi como «de vanguarda e extremamente importante para a economia do concelho», o autarca Ricardo Rio sublinha que a empresa «mantém ainda um carácter inovador e uma parceria estratégica com a Universidade do Minho e que contribui para a produção de conhecimento a partir de Braga». Este desempenho é não só fruto da aposta que a Bosch está a fazer no país, trazendo o desenvolvimento e produção de tecnologia estratégica para o negócio da empresa, como também da resiliência, competência e dedicação dos nossos colaboradores, que continuam a ser a força motriz do nosso sucesso”, afirmou, hoje, em Braga, Javier González Pareja, presidente da Bosch em Portugal e Espanha. Esclarece-se que o lay-off fará com que os trabalhadores da área da produção sejam impedidos de trabalhar de todo, enquanto os de apoio à produção irão à empresa um dia por semana. Os trabalhadores da área da produção da fábrica de Braga, especializada em soluções de mobilidade, vão todos para casa, por tempo indeterminado, enquanto os do apoio à produção terão apenas que ir à empresa um dia por semana, avança o Negócios.

No entanto, e "dependendo da situação geral de escassez de componentes e da evolução da política comercial", a Bosch disse não poder "excluir, em princípio, futuras interrupções de produção ou ajustes nos horários de trabalho". A empresa, por seu lado, garantiu estar a fazer tudo para atender os bosch-career.pt clientes e evitar ou minimizar as restrições de produção, recorrendo, por exemplo, a fontes alternativas de fornecimento. “Esses lucros acumulados é que deveriam ser usados para pagar os salários dos trabalhadores que a empresa decidiu pôr em lay-off“, sustenta. A fábrica volta assim à produção normal a 24 de novembro de 2025, mas a empresa não fecha a porta a novas paragens. A saída de Carlos Ribas da liderança da Bosch em Braga este ano estava prevista e a sua substituição por Carlos Jardim, um antigo “homem da casa” que foi liderar um projeto do grupo na Roménia, era conhecida no meio empresarial da cidade há meses.

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A Bosch de Braga anunciou a 28 de outubro passado que ia entrar em ‘lay-off’ a partir de novembro e "até presumivelmente" abril de 2026, o que afetou 2500 trabalhadores. A necessidade de um novo centro de T&D da Bosch em Braga surge com a diversificação dos projetos de inovação na empresa, incluindo o desenvolvimento de software. A empresa irá, assim, manter a sua “prontidão de produção nas áreas afetadas para poder produzir de forma flexível e rápida assim que os componentes eletrónicos chegarem”.

É a quinta maior exportadora do país – as vendas ao exterior representaram 97% das vendas geradas pela multinacional alemã – e é também uma das maiores empregadoras, com mais de 7.000 trabalhadores. Na quinta-feira, fonte oficial da subsidiária do grupo germânico em Portugal confirmou ao ECO a saída de Carlos Ribas dos cargos que ocupava, assegurando nessa mesma nota breve, com apenas um parágrafo, que “com estas mudanças de pessoal, a Bosch garante uma transição tranquila na gestão da fábrica da Bosch em Braga”. Foi com “total surpresa” que Carlos Ribas, que há nove anos liderava a operação da Bosch em Portugal e era também o gestor técnico da fábrica de Braga, diz ter recebido uma “notificação de suspensão de funções” por parte do grupo alemão, que terá decidido ainda afastar outros quatro gestores de topo da unidade minhota.

Com a eletrificação total da unidade da unidade da Bosh em Braga, a empresa investiu também na instalação de 5.934 módulos solares fotovoltaicos capazes de gerar anualmente 4GWh de energia elétrica, para autoconsumo na sua totalidade. A unidade de Braga da multinacional Bosch vai colocar em ‘lay-off’ a maioria dos cerca de 3.300 trabalhadores a partir da próxima semana. A Bosch de Braga vai entrar em ‘lay-off’, a partir de novembro e "até presumivelmente" abril de 2026, uma decisão que vai afetar 2.500 trabalhadores, devido à escassez de componentes para peças eletrónicas, anunciou, esta terça-feira, a empresa. “Este projeto de descarbonização é muito relevante e significativo para a unidade da Bosch em Braga, pois reflete o trabalho que estamos a desenvolver no âmbito do nosso compromisso com a sustentabilidade, enquanto empresa e para com a sociedade de uma forma geral.

Tal notícia surge no seguimento de outras operações da multinacional alemã que, recentemente, visaram reduções do número de trabalhadores, tal como em 2024 com 300 operários e cerca de outros 300 entre janeiro e setembro deste ano. A Bosch de Braga retoma na segunda-feira o regime normal de laboração, levantando o ‘lay-off’ iniciado este mês e que estava previsto durar até abril de 2026 devido à escassez de componentes, anunciou hoje a empresa. "Com base num fornecimento mais contínuo de componentes e nas medidas de mitigação implementadas, os contratos de trabalho dos colaboradores afetados voltarão a estar plenamente ativos", avançou a empresa. Em 2019, aceitou o desafio de se mudar para a Roménia, onde liderou as operações de produção e engenharia na fábrica de Cluj. A partir de hoje, Carlos Jardim assumirá a responsabilidade de gestor técnico da unidade, sucedendo Carlos Ribas.

Por isso, monitorizamos continuamente o desenvolvimento do mercado e adaptamo-nos às situações em mudança. A situação deve-se à “escassez de componentes para peças eletrónicas”, nomeadamente ‘chips’, e às “recorrentes interrupções na produção”, como O MINHO já tinha avançado esta tarde. Em comunicado, a empresa referiu que já informou os funcionários, que viram os seus contratos de trabalhos suspensos e/ou reduzidas as horas de trabalho.

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Na sessão inaugural, que preencheu o novo auditório, António Costa aproveitou para puxar dos galões da engenharia portuguesa e destacou também que o novo centro de tecnologia e desenvolvimento da Bosch "demonstra a excelência do sistema científico português, em particular no domínio da engenharia", que foi capaz de captar mais este investimento da multinacional alemã. Localizado em Sequeira, a escassos 4,6 quilómetros do principal complexo industrial bracarense, dedicado a tecnologias para automóvel, as equipas desta nova unidade de 4.500 metros quadrados de área total, apresentada como "a maior obra" do grupo germânico na Europa, estarão focadas sobretudo no desenvolvimento de soluções para a divisão de sistemas de controlo de chassis. A Bosch diz que “mantém a sua prontidão de produção nas áreas afetadas para poder produzir de forma flexível e rápida assim que os componentes eletrónicos chegarem” e sublinha que “assim que este problema for resolvido, a produção em Braga deverá regressar à normalidade”. Na mesma nota, a empresa diz que as suas “equipas de especialistas estão em contacto próximo com a Nexperia, um dos nossos fornecedores de componentes eletrónicos, assim como com os clientes afetados e outros fornecedores e subfornecedores”. A Bosch de Braga vai entrar em ‘lay-off’, a partir de novembro e “até presumivelmente” abril de 2026, uma decisão que vai afetar 2.500 trabalhadores, devido à escassez de componentes para peças eletrónicas, anunciou a empresa esta terça-feira.